EPM: mais que um software, um modelo de gestão inteligente

11/07/2011 18:13

Nas últimas décadas houve um grande crescimento de conceitos de gestão, técnicas administrativas e estratégias empresariais que modificaram totalmente a lógica de gerir e fazer negócios

Nas últimas décadas houve um grande crescimento de conceitos de gestão, técnicas administrativas e estratégias empresariais que modificaram totalmente  a lógica de gerir e fazer negócios. A criação de novas metodologias de entendimento de custos e de avaliação do desempenho corporativo, bem como o surgimento de conceitos financeiros e a criação de novos mercados e negócios demonstram que a gestão empresarial vem sendo encarada como uma ciência que evolui em todos os seus aspectos de acordo com o desenvolvimento da própria sociedade.

Nesse contexto ganhou expressão o conceito de EPM (Enterprise Performance Management) – também chamado de CPM (Corporate Performance Management) e BPM (Business Performance Management). Há quem acredite que EPM se refira exclusivamente à tecnologia. Mas trata-se do desenvolvimento de um sistema de informações que permita o desdobramento da estratégia definida pela alta gestão de uma empresa em planejamentos menores e sistemas de controles, contribuindo para que cada componente da organização atinja seus objetivos e transforme aspirações em realidade. 

O dinamismo da gestão empresarial atual exige que seja possível enxergar – em tempo real e hábil – oportunidades a serem aproveitadas, bem como pontos a serem corrigidos para que a estratégia de crescimento global seja atingida. Há situações, inclusive, em que o próprio processo de controle pode levar à revisão de uma estratégia previamente definida. Quanto mais cedo isso ocorrer, tanto melhores serão os resultados da empresa. Todo esse processo é viabilizado através do EPM, permitindo o planejamento, o desdobramento e o controle da estratégia empresarial através da utilização de modelos de gestão como Balanced Scorecard®, Economic Value Added®, ou qualquer outra metodologia que se adéque ao modelo de gestão da empresa.

Teoricamente, não necessariamente dependemos da tecnologia para colocar em prática diversos conceitos de gestão empresarial. Mas a complexidade das organizações e a agilidade exigida em um mercado de atuação global praticamente impõem a tecnologia como um componente fundamental para a concretização de planejamentos e projetos.

Na década de 90, as implantações de sistemas de ERP (Enterprise Resource Planning) representaram um grande ponto de investimento das empresas brasileiras. Houve uma verdadeira corrida em direção à informatização empresarial. Mas o foco eram os processos operacionais e o atendimento de normas legais – o que hoje em dia não mais atende às necessidades da gestão estratégica de uma empresa. Em anos mais recentes passou a haver uma necessidade premente de modelos que representem a atuação conjunta do negócio, incluindo a realização de simulações e, muitas vezes, a utilização de modelos estatísticos. Os gestores não precisam somente das informações de notas fiscais, mas sim do volume vendido de uma linha de produtos em determinada região, por exemplo.

Em resumo, EPM não é apenas um software como os sistemas de ERP. Trata-se de um conceito composto pela integração de modelos de gestão (BSC®, EVA® e VBM®, entre outros), viabilizado por uma estrutura tecnológica direcionada ao atendimento das necessidades de informação da média e alta gestão empresarial.

Louremir Jerônimo é professor convidado da Fundação Getúlio Vargas e gerente de soluções EPM da Unione

 

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Fonte e créditos: Portal Call Center

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