Escândalo com marcas impede o consumidor de comprar?

20/08/2011 13:09

As redes sociais são a nova voz do consumidor perante as empresas. Estes canais vem ganhando cada vez mais importância pelo caráter viral de divulgação, que pode propagar pelo mundo inteiro uma notícia em questão de poucas horas.

O caso mais recente é o da Zara, empresa de fast fashion acusada de usar mão de obra escrava na fabricação das peças por um programa de TV. A informação foi rapidamente propagada e parou no trending topics mundial do Twitter. Mas casos como o da Zara são cada vez mais comuns atualmente, como o recente escândalo envolvendo a Arezzo e o uso de peles de animais.



Mas será que repercussões negativas como as da Zara implicam realmente na queda das vendas ou da antipatia do consumidor?

Para a assessora de imprensa Dalila Zangrandi, o gosto pela marca é maior que a propaganda negativa ou possíveis ações nocivas por parte da empresa e acredita que o boicote não é efetivo nestes casos. “Acho que não faz a menor diferença parar de comprar por este motivo. Se for assim, não se compra mais nada, pois muitas marcas agem da mesma forma e ninguém fica sabendo”, diz.

Já para o casal Belyssa e Danillo Pereira, as atitudes tomadas pela marca são ponto crucial para a escolha na hora da compra de um produto. “Procuro me manter informada para fazer escolhas conscientes na hora da compra, me recuso a prejudicar pessoas ou animais por consumismo”, diz Belyssa. Danillo reitera que o casal já fez boicotes a marcas que utilizam animais nos testes.



Sobre o episódio, o coordenador do MBA em Branding da Trevisan Escola de Negócios, Marcos Hiller, diz que crises como essa nas redes sociais diminui as vendas, sim, mas não de forma sensível para as empresas.

Após o escândalo das peles, a Arezzo surpreendeu a quem esperava prejuízos. Sua fan page no Facebook saltou de 5,3 mil usuários para mais 13,3 mil nos últimos meses, a empresa registrou um aumento no lucro líquido de 43,3% no segundo trimestre de 2011 em relação ao mesmo período de 2010 e um saldo positivo de R$ 24 milhões, com a venda de 1,56 milhões de pares de sapatos e 103 mil bolsas entre abril e junho.

Mas casos como o da Zara, que é uma marca renomada mundialmente, servem como alerta para que as empresas percebam que muitas vezes a identificação do consumidor com a postura ideológica da marca serve como propaganda, positiva ou negativa.

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Fonte e créditos: Consumidor Moderno

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