O que os varejistas podem fazer para evitar as perdas?

12/08/2011 21:57

Empresas brasileiras do setor varejista têm garantido bons resultados, principalmente em relação ao aumento dos lucros e da rentabilidade, ao investir em soluções de combate às perdas – furtos, roubos, falhas operacionais, rupturas etc. Um exemplo disso é a rede de lojas de moda feminina Esplanada Brasil, com 39 unidades presentes nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste.

Em função do grande volume de movimentação de mercadorias e pessoas que passavam pelas suas lojas, a rede apostou em inovações tecnológicas para reduzir os prejuízos causados por furtos internos e externos. “Reestruturamos a nossa área de prevenção de perdas e adquirimos antenas de proteção que, apesar de instaladas e testadas recentemente, já mostram resultados satisfatórios. A nossa previsão é adquirir, até o final de agosto, mais de 200 antenas para outras 29 lojas”, explica Alexsandro Souza, gerente de Prevenção de Perdas do Grupo Esplanada Brasil.

Como ela, muitos clientes da Gateway Security, que fornece soluções de segurança eletrônica para prevenção de perdas a empresas como C&A, Atacadão, Walmart, Sonda, Lojas Americanas, entre outros varejistas, buscam investir, na expectativa de evitar prejuízos maiores.

De acordo com um estudo do Programa de Administração do Varejo (Provar), divulgado pela FIA-USP, as perdas no varejo brasileiro alcançaram 1,77% da receita operacional das companhias. Entre os principais problemas estão os furtos internos (20,1%) e os externos (20,4%).

Alguma das alternativas

Para ter acesso a tecnologias avançadas, capazes de reduzir os gastos com segurança, alguns varejistas se veem na obrigação de pleitear alternativas e facilidades financeiras que não afetem o seu planejamento orçamentário.

Talvez uma das saídas para estes casos seja o Finame - programa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que dispõe de linhas de financiamento para a compra de equipamentos novos e fabricados no país, desde que estejam incluídos no Cadastro de Fornecedores Informatizados (CFI).

Uma das principais vantagens que o programa oferece são as taxas de juros mais baixas que as do mercado (a parti r de 6% ao ano), prazo de até cinco anos para a quitação da dívida e até 24 meses de carência para iniciar os pagamentos, após as condições aprovadas pelo agente financeiro.

Para que se tenha uma ideia do volume, de janeiro a abril deste ano já foram registrados pelo BNDES, mais de 226 mil operações de crédito, de todas as modalidades, apenas para as micro, pequenas e médias empresas (MPMEs). Esses contratos totalizaram R$ 15 bilhões.

Ou seja, se para aumentar o nível de segurança da loja é preciso investir, o Finame pode ser uma saída.

 

www.cmnovarejo.com.br/varejo-em-foco/dicas/1746-o-que-os-varejistas-podem-fazer-para-evitar-as-perdas

Fonte e créditos: NO VAREJO

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